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Universo, Brazil
Mulheres que dançam, tecem e trançam suas vidas, vidas de quem amam... Somos Mulheres que acreditam no Ser Humano, no Amor, na Justiça Divina e dos homens, na Igualdade, no Respeito sem demagogia. Ao darmos as mãos, unimos muito mais do que sonhos, desejos e energias em um Círculo Universal... UNIDAS SOMOS UM CORAÇÃO BATENDO FORTE COMO UM TAMBOR...

quarta-feira, setembro 14, 2011

O Casal Perfeito

Las Comadres Recomendam...

Nessa crônica, Lya Luft nos leva a pensar, refletir e de alguma forma entender que jamais se deve deixar de ir em busca de nossos sonhos...Respeitar e entender como somos é o primeiro passo para grandes descobertas com relação as nossas escolhas. Uma via que permitirá vislumbrar os defeitos e qualidades sem medo...Simplesmente Amando, Aprendendo,  Compartilhando e Evoluindo. Tudo isso, juntos. 
BOA LEITURA, BOA REFLEXÃO!!!

Imagem: Internet
 A solidão dos homens tem a medida da solidão de suas mulheres. Isso eu disse e escrevi - e repito - em dezenas de palestras por este país afora. Aí me pedem para escrever sobre o casal perfeito: bom para quem gosta de desafios.


O casal perfeito seria o que sabe aceitar a solidão inevitável do ser humano, sem se sentir isolado do parceiro - ou sem se isolar dele? O casal perfeito seria o que entende, aceita, mas não se conforma, com o desgaste de qualquer convívio e qualquer união?
Talvez se possa começar por aí: não correr para o casamento, o namoro, o amante (não importa) imaginando que agora serão solucionados ou suavizados todos os problemas - a chatice da casa dos pais, as amigas ou amigos casando e tendo filhos, a mesmice do emprego, chegar sozinha às festas e sexo difícil e sem afeto.

Não cair nos braços do outro como quem cai na armadilha do "enfim nunca mais só!", porque aí é que a coisa começa a ferver. Conviver é enfrentar o pior dos inimigos, o insidioso, o silencioso, o sempre à espreita, o incansável: o tédio, o desencanto, esse inimigo de dois rostos.

Passada a primeira fase de paixão (desculpem, mas ela passa, o que não significa tédio nem fim de tesão), a gente começa a amar de outro jeito. Ou a amar melhor; ou, aí é que a gente começa a amar. A querer bem; a apreciar; a respeitar; a valorizar; a mimar; a sentir falta; a conceder espaço; a querer que o outro cresça e não fique grudado na gente.

O cotidiano baixa sobre qualquer relação e qualquer vida, com a poeira do desencanto e do cansaço, do tédio. A conta a pagar, a empregada que não veio o filho doente, a filha complicada, a mãe com Alzheimer, o pai deprimido ou simplesmente o emprego sem graça e o patrão de mau humor.

E a gente explode e quer matar e morrer, quando cai aquela última gota - pode ser uma trivialíssima gota - e nos damos conta: nada mais é como era no começo. Nada foi como eu esperava. Não sei se quero continuar assim, mas também não sei o que fazer. Como a gente não desiste fácil, porque afinal somos guerreiros ou nem estaríamos mais aqui, e também porque há os filhos, os compromissos, a casa, a grana e até ainda o afeto, é preciso inventar um jeito de recomeçar, reconstruir. Na verdade devia-se reconstruir todos os dias. Usar da criatividade numa relação. O problema é que, quando se fala em criatividade numa relação, a maioria pensa logo em inovações no sexo, mas transar é o resultado, não o meio. Um amigo disse no aniversário de sua mulher uma das coisas mais belas que ouvi: "Todos os dias de nosso casamento (de uns 40 anos), eu te escolhi de novo como minha mulher".

Mas primeiro teríamos de nos escolher a nós mesmos diariamente. Ao menos de vez em quando sentar na cama ao acordar, pensar: como anda a minha vida? Quero continuar vivendo assim? Se não quero, o que posso fazer para melhorar? Quase sempre há coisas a melhorar, e quase sempre podem ser melhoradas. Ainda que seja algo bem simples; ainda que seja mais complicado, como realizar o velho sonho de estudar, de abrir uma loja, de fazer uma viagem, de mudar de profissão.

Nós nos permitimos muito pouco em matéria de felicidade, alegria, realização e sobre tudo abertura com o outro. Velhos casais solitários ou jovens casais solitários dentro de casa são terrivelmente tristes e terrivelmente comuns.

É difícil? É difícil. É duro? É duro. Cada dia, levantar e escovar os dentes já é um ato heroico, dizia Hélio ellegrino. Viver é um heroísmo, viver bem um amor mais ainda. O casal perfeito talvez seja aquele que não desiste de correr atrás do sonho de que, apesar dos pesares, a gente, a cada dia, se escolheria novamente, e amém.

Por Lya Luft

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Uma definição que muito me alegra para comadre é o fato de ela se tornar mais que uma amiga, quase uma irmã. Um laço sanguíneo escolhido não ao acaso, mas na convivência. Passamos dessa forma a vivenciar momentos de descobertas, adaptações e transformações. Nesse despertar Crescemos nos apoiando mutuamente...

Abraço Carinhoso das Comadres Faceiras!!!

O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. Não serei o cantor de uma mulher, de uma história. Não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela. Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida. Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins. O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente. (Drumond)

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Os textos aqui postados são pesquisados em livros e na internet. Alguns podemos desconheçer a sua autoria, muito embora buscamos incessantemente descobrir. Nossa intenção em postá-los nesse espaço é de espalhar o conhecimento e bons exemplos...
Acreditamos que essa é a vontade de nossos ancestrais. Afinal, de que adiante um livro guardado em nossa estante?

É envolta nessa aura de desejo em repassar, distribuir, informar, compartilhar e acarinhar os corações, que deixamos além desse desejo, também, nossa eterna gratidão à esses seres Maravilhosos, que nos legaram com pérolas a serem distribuidas...

Que todos sejam triplamente abençoados!!!

NAMASTÊ!